Com a proximidade das eleições de 2026, que ocorrerão em aproximadamente três meses, o calendário eleitoral atinge sua etapa crucial. A partir do próximo sábado, 4 de julho, entram em vigor as restrições para os agentes públicos: fica vedada a realização de nomeações, exonerações, contratações e até mesmo a participação em inaugurações de obras. Essas normas permanecerão válidas até o término do pleito.
O primeiro turno das eleições está agendado para 4 de outubro, data em que os cidadãos brasileiros terão a oportunidade de escolher o presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Caso seja necessário um segundo turno, este será realizado no dia 25 de outubro.
Segundo o cronograma eleitoral, as convenções partidárias para a escolha dos candidatos acontecerão entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. Os registros das candidaturas devem ser apresentados à Justiça Eleitoral até o dia 15 de agosto. No dia seguinte, terá início a propaganda eleitoral nas ruas e na internet. O período de horário eleitoral gratuito nos meios de comunicação como rádio e televisão ocorrerá entre 28 de agosto e 1º de outubro.
Em setembro, a partir do dia 14, os sistemas eletrônicos que serão utilizados na votação serão lacrados durante uma cerimônia oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Assim, a partir do dia 19 desse mês, candidatos não poderão ser detidos pela justiça, salvo em casos de flagrante delito. Além disso, essa proteção se estenderá aos eleitores a partir de 29 de setembro.
Após o desfecho das eleições, o cadastro eleitoral será reaberto no dia 3 de novembro. Aqueles que não compareceram ao primeiro turno terão até 3 de dezembro para justificar sua ausência. A diplomação dos candidatos eleitos deve ser realizada até o dia 18 de dezembro, com a posse ocorrendo em janeiro de 2027.
Fonte: Rádio Agência
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