Na última quinta-feira, 3, o Tribunal do Júri sentenciou Edilson Araújo Veras a uma pena de 25 anos e 4 meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, relacionado a um caso de violência doméstica e familiar.
Segundo a acusação apresentada pelo Ministério Público de Roraima (MPRR), Edilson não aceitou o fim do relacionamento com sua ex-companheira, France Araújo Abreu.
O crime ocorreu em janeiro de 2024, na estrada que leva à comunidade indígena Manoá, no município de Bonfim. Em uma ação premeditada e motivada por razões torpes, Edilson foi até a residência da vítima e, desconsiderando sua condição como mulher, decidiu assassiná-la. Ele disparou dois tiros contra France, que não sobreviveu e morreu no local, na presença de sua mãe.
Edilson já estava em prisão preventiva e começou a cumprir sua pena imediatamente após a condenação.
Nedson Brilhante, o Promotor de Justiça que atuou no julgamento, destacou que a colaboração entre as diferentes forças de segurança foi crucial para o desfecho do caso, que gerou grande repercussão na cidade.
“A Guarda Municipal desempenhou um papel essencial ao realizar o atendimento inicial e garantir a preservação do local do crime. A Polícia Civil conduziu um inquérito técnico com agilidade e responsabilidade, coletando todas as provas necessárias. O Ministério Público também cumpriu seu dever constitucional ao levar esse caso ao Tribunal do Júri e sustentar a acusação com a firmeza requerida. Esse resultado é fruto desse trabalho colaborativo”, enfatizou o Promotor.
Fonte: Da Redação
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