Candidata é detida por falsificação de documentos em processo seletivo na área da Educação.

Professora de sociologia apresentou histórico escolar de mestrado com sinais de adulteração O post Candidata é presa por apresentar documentos falsos em seletivo da Educação apareceu primeiro em Roraima em Tempo.

Na segunda-feira, 9, a Polícia Civil de Roraima (PCRR) realizou a prisão de uma candidata ao cargo de professora de sociologia suspeita de utilizar documentos falsificados em um processo seletivo da rede estadual de ensino.

A ação foi desencadeada após gestores da Secretaria Estadual de Educação e Desporto (Seed) suspeitarem do uso de documentação fraudulenta por parte da candidata e acionarem a PCRR para investigar o caso.

Após comparecer à sede da Seed para acompanhar a verificação documental, a equipe policial identificou indícios claros de falsificação nos certificados apresentados pela candidata V.M.O., de 38 anos, conforme relatou a delegada Ana Paula de Lima.

Durante a análise preliminar, foi constatado que um histórico escolar atribuído a um suposto curso de mestrado apresentava sinais de adulteração, com informações inconsistentes com o curso informado.

Consultas realizadas junto à Universidade Estadual de Roraima confirmaram que a candidata não possuía matrícula ou cursos realizados na instituição, o que divergia dos certificados apresentados.

A candidata foi autuada em flagrante pelo crime de uso de documento falso, que é inafiançável, e será apresentada em audiência de custódia na terça-feira, dia 10, segundo os agentes.

As investigações continuam em andamento para esclarecer os fatos, reforçando a importância da apresentação de documentação verídica pelos candidatos, de acordo com a delegada Ana Paula de Lima.

A atuação integrada entre Polícia Civil e Secretaria de Educação foi fundamental para a identificação rápida da irregularidade, demonstrando o compromisso com a legalidade e a transparência nos processos administrativos e certames públicos.

A delegada alertou que o uso de documentos falsos configura um crime contra a administração pública, passível de prisão em flagrante, e orientou que denúncias e irregularidades são investigadas, destacando a importância de agir dentro da legalidade para evitar consequências legais.

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