Marcada pelo trabalho coletivo, a colheita de milho seco nas comunidades indígenas representa um momento de importância cultural e alimentar. Diante dos benefícios da produção agrícola para as famílias, o apoio da Prefeitura de Boa Vista ocorre em todas as etapas do processo de cultivo, como plantio, preparação do solo, aquisição de sementes e insumos.
Nas comunidades indígenas, como na Lago Grande, as famílias agricultoras contam com o apoio de técnicos agrícolas e colheitadeiras da prefeitura para colher cerca de 160 sacas de milho. Segundo o prefeito Arthur Henrique, o município investe em políticas públicas para a agricultura familiar, visando a sustentabilidade ambiental, social e econômica local.
Superação de plantio e colheita
A prefeitura realizou o plantio de 865 hectares de milho em Boa Vista, sendo 105 hectares destinados às comunidades indígenas. A expectativa é que a produção nas áreas indígenas supere as 600 toneladas de grãos, com produtividade superior a 6 toneladas por hectare. O tuxaua Sidney Tavares enfatiza o impacto positivo do apoio da prefeitura no aumento da produção agrícola indígena.
Mulheres no campo
As mulheres das comunidades, como Meirejane Lima, coordenadora das Mulheres Agricultoras da Comunidade Lago Grande, desempenham papel fundamental na produção agrícola, contando com o suporte da prefeitura. Esse apoio proporciona independência financeira e incentiva a participação das mulheres nas lavouras.
Colheita envolve todas as idades
A colheita do milho envolve pessoas de todas as idades, fortalecendo a autonomia produtiva e a tradição agrícola transmitida entre gerações indígenas. Adultos, idosos, jovens e crianças participam ativamente do processo. Os idosos, como Nelcia Paixão, contribuem com sua experiência, garantindo o aproveitamento integral da colheita.
Fonte: Da Redação



