No último sábado (23), em Jequié, na Bahia, foi realizada a cerimônia de lançamento da pedra fundamental da nova Unidade Mista de Pesquisa e Inovação do Sudoeste Baiano. O evento contou com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula. Esta iniciativa representa uma colaboração entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Governo da Bahia e diversas outras instituições, visando o fortalecimento da pesquisa aplicada e inovação no setor agropecuário da região.
Durante a cerimônia, foram apresentados os principais objetivos da unidade, que se concentrará em projetos científicos e tecnológicos voltados tanto para a agricultura familiar quanto empresarial. Além disso, haverá esforços voltados à transferência de tecnologia. A intenção é beneficiar cadeias produtivas significativas no sudoeste baiano, incluindo mandioca, pecuária de corte, produção de leite e agroindústria.
A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, ressaltou que as atividades serão desenvolvidas em colaboração com universidades, institutos federais e entidades locais. Ela mencionou o grande potencial para trabalhos nas áreas de fruticultura, abrangendo culturas como manga, banana e maracujá, além de iniciativas envolvendo mandioca, feijão, pesca, piscicultura, avicultura e caprinocultura.
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André de Paula enfatizou a importância da pesquisa agropecuária para o crescimento da produção nacional durante sua fala. O ministro também mencionou os investimentos feitos pelo governo federal na Embrapa, que totalizaram aproximadamente R$ 1 bilhão através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Entretanto, não foram divulgados nem o montante específico destinado à nova unidade em Jequié nem o cronograma previsto para obras ou início das operações.
<pO ministro da Pesca e Aquicultura, Édipo Araújo, comentou sobre como essa nova estrutura poderá contribuir para o desenvolvimento da piscicultura e a produção de alevinos na área. A diversidade das cadeias produtivas presentes no sudoeste baiano poderá enriquecer o conhecimento técnico da unidade e facilitar a implementação de soluções adaptadas às particularidades locais.
Do ponto de vista técnico, espera-se que a nova unidade amplie a infraestrutura regional dedicada à pesquisa e inovação, além de oferecer assistência aos produtores. Contudo, os resultados práticos estarão condicionados à definição do orçamento disponível, cronogramas estabelecidos e linhas específicas de pesquisa. Esses aspectos ainda não foram esclarecidos durante o anúncio oficial.
Fonte: gov.br
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