Em 30 de outubro de 2026, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que o México voltará a importar produtos avícolas brasileiros, após reconhecer a regionalização sanitária relacionada à doença de Newcastle. Com essa nova determinação, as limitações no comércio mexicano se aplicam apenas ao estado de Santa Catarina, garantindo que as exportações das demais regiões autorizadas permaneçam intactas.
A decisão foi resultado de um trabalho técnico e de negociações realizadas pelo Mapa em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e representantes do setor produtivo brasileiro, visando as autoridades mexicanas.
Com o reconhecimento da regionalização, o México considerará a localização dos focos sanitários e as áreas afetadas ao definir as restrições comerciais. Essa abordagem permite que o comércio continue nas regiões que atendem aos critérios sanitários exigidos pelo país importador.
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Segundo o Mapa, esse tipo de reconhecimento é essencial para minimizar os efeitos comerciais decorrentes de situações sanitárias. A regionalização assegura que as exportações das áreas sem restrições sejam mantidas e que as medidas sanitárias sejam tratadas de forma localizada, conforme a ocorrência registrada.
O ministério também enfatizou que os produtos avícolas submetidos à inspeção oficial continuam seguros para consumo, sem contraindicações. Além disso, informou que mantém um diálogo ativo com as autoridades sanitárias dos países importadores e fornece informações técnicas sobre os incidentes e os métodos de controle implementados.
Conforme o Mapa, esses esforços visam fortalecer a confiança no sistema sanitário brasileiro, avançar nas negociações para o reconhecimento da regionalização e contribuir para uma retomada segura do comércio, respeitando as exigências de cada mercado.
A nova decisão das autoridades mexicanas concentra as restrições relacionadas à doença de Newcastle apenas em Santa Catarina, permitindo que as exportações avícolas das outras regiões habilitadas continuem a ser comercializadas no mercado mexicano.
Fonte: gov.br
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