segunda-feira, 19 de outubro de 2026
EM ALTA
Descoberta de enzima promete sextuplicar a produção de açúcar, revelam pesquisadores. Estudo de solo potencializa economia em fertilizantes e eleva produção agrícola Previsão aponta até 103 mm de chuva em 48 horas no Mato Grosso do Sul Mudança na jornada de trabalho 6×1 pode impactar oferta de produtos avícolas e suínos, alerta ABPA De troca de milho a granja próspera: a trajetória de um produtor rural que transformou sua vida Safra de maçã no Brasil depende de colmeias alugadas para polinização Produtora abandona a cidade em busca de tranquilidade no campo e aposta na avicultura para superar dificuldades financeiras Alta nos preços das carnes em outubro: frango se destaca como a opção mais econômica Mudança na escala de trabalho 6×1 pode impactar disponibilidade de carnes e aumentar preços, alerta ABPA Crescimento no setor suinícola reestabelece a capacidade financeira dos criadores, aponta Cepea Aumento de 32% nas exportações de tilápia enfrenta desafios com altos custos de produção ABPA envia 25 indústrias do agronegócio brasileiro para a SIAL Paris 2026 Descoberta de enzima promete sextuplicar a produção de açúcar, revelam pesquisadores. Estudo de solo potencializa economia em fertilizantes e eleva produção agrícola Previsão aponta até 103 mm de chuva em 48 horas no Mato Grosso do Sul Mudança na jornada de trabalho 6×1 pode impactar oferta de produtos avícolas e suínos, alerta ABPA De troca de milho a granja próspera: a trajetória de um produtor rural que transformou sua vida Safra de maçã no Brasil depende de colmeias alugadas para polinização Produtora abandona a cidade em busca de tranquilidade no campo e aposta na avicultura para superar dificuldades financeiras Alta nos preços das carnes em outubro: frango se destaca como a opção mais econômica Mudança na escala de trabalho 6×1 pode impactar disponibilidade de carnes e aumentar preços, alerta ABPA Crescimento no setor suinícola reestabelece a capacidade financeira dos criadores, aponta Cepea Aumento de 32% nas exportações de tilápia enfrenta desafios com altos custos de produção ABPA envia 25 indústrias do agronegócio brasileiro para a SIAL Paris 2026
Meio ambiente

Navio com mais de 1 milhão de barris de petróleo corre risco de afundar na Venezuela


Grupos ambientalistas demonstram preocupação com possível vazamento. Marinha do Brasil diz que a embarcação Nabarima está a cerca de 1,3 mil km das águas brasileiras. Navio Nabarima, que corre o risco de afundar com 1,3 milhão de barris de óleo cru no Golfo de Paria
Divulgação/Fishermen and Friends of the Sea – FFOS
Um navio da estatal venezuelana de petróleo, a PDVSA, corre o risco de afundar com mais de 1 milhão de barris de óleo cru no Golfo de Paria, que separa a Venezuela de Trinidad e Tobago, e causar um desastre ambiental.
Fotos de sexta-feira (16) mostram o petroleiro Nabarima, que é operado por uma joint venture entre PDVSA e a italiana Eni, inclinado e emborcado em alto mar.
Segundo a agência de notícias Reuters, a PDVSA planeja tirar parte do 1,3 milhão de barris de petróleo a bordo do Nabarima e passar para outra embarcação, que foi enviada ao local.
Navio com mais de 1 milhão de barris de petróleo corre risco de afundar no Golfo de Paria, na Venezuela
Fábio Manzano/G1
Em nota, a Marinha do Brasil afirmou que o petroleiro está a 1,3 mil quilômetros das águas brasileiras e a situação é acompanhada por um grupo que inclui o Ibama e a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
Segundo a Marinha, a corrente marítima do local segue em direção ao Mar do Caribe, mas o grupo vai continuar monitorando “o comportamento das correntes marítimas e condições meteorológicas da região, além dos fatores de segurança da navegação, de forma a antecipar qualquer ação necessária”.
A estatal venezuelana de petróleo PDVSA planeja tirar parte do petróleo a bordo do Nabaruma e passar para outra embarcação
Divulgação/Fishermen and Friends of the Sea – FFOS
Riscos ambientais
Grupos ambientalistas demonstraram preocupação com a situação, e autoridades da vizinha Trinidad e Tobago disseram que planejam inspecionar o navio.
Gary Aboud, secretário-executivo da FFOS (pescadores e amigos do mar, em tradução livre), divulgou as imagens do Nabarima em uma rede social e afirmou que, “com base nas fotos, parece que as correntes das âncoras estão esticadas e sob extrema pressão”.
Aboud afirmou que, se as correntes da âncora quebrarem ou a âncora mudar, o navio vai virar e derramar cerca de 1,4 milhão de barris no ecossistema. Ele diz ser necessária a instalação de um equipamento de contenção de derramamento ao redor da embarcação, “em preparação para o pior”.
Ele disse ter escrito repetidamente para os membros do governo venezuelano e cobrou um posicionamento dos embaixadores dos EUA e da União Europeia no país, mas disse ter sido ignorado. “Todos os nossos apelos foram desconsiderados como se as organizações de base fossem invisíveis e como se a poluição de nossa bela região do Caribe não importasse”, afirmou Aboud.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Os comentários estão desativados.