O mercado brasileiro de soja enfrenta um início pouco promissor em 2026. Com preços em queda e uma postura cautelosa de compradores e vendedores, a comercialização tem sido lenta e a liquidez baixa.
Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago tiveram ganhos, mas o dólar se desvalorizou, o que afetou os preços internos.
Apesar disso, a colheita avança bem no Brasil, sem problemas climáticos relevantes. A expectativa é de uma safra recorde, acima de 179 milhões de toneladas.
Os preços da soja ficaram assim:
- Passo Fundo (RS): R$ 124,00
- Cascavel (PR): R$ 116,00
- Rondonópolis (MT): R$ 107,00
- Porto de Paranaguá (PR): R$ 127,00
Soja em Chicago inicia o ano em recuperação
O mercado internacional teve sinais de recuperação, com contratos na CBOT subindo devido à expectativa de acordos entre China e Estados Unidos. A falta de chuvas na Argentina também impactou os preços.
No entanto, a oferta mundial de soja continua alta, com a safra brasileira entrando no mercado e a produção argentina prevista para ser cheia. A demanda chinesa está voltada para a América do Sul.
Câmbio
O dólar caiu frente ao real em janeiro, influenciando os preços da soja no Brasil. As incertezas no cenário internacional, como declarações de Donald Trump e questões geopolíticas, causaram aversão ao risco e desvalorização do dólar, impactando os preços da soja.
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