domingo, 30 de agosto de 2026
EM ALTA
Prazo final para escolas selecionarem livros didáticos para 2027 termina em 8 de setembro Limite de crédito para taxistas e motoristas de aplicativo é elevado para R$ 200 mil Novas diretrizes de segurança sanitária para aeroportos e aeronaves são estabelecidas pela Anvisa TRE-RR impõe multa de R$ 5 mil a Denarium por promoção inadequada de campanha de Arthur Henrique Produtor de 69 anos deixa a cidade e assume o comando de 24 aviários no campo TCE-RR inicia auditoria das finanças da Prefeitura de Mucajaí e de três fundos municipais Pão Araribóia: Meio século de história se transforma em patrimônio cultural imaterial de Boa Vista Professores de colégio militarizado interrompem atividades e acusam Coronel de abuso de poder Operação investiga plataforma de apostas por possíveis fraudes fiscais Prazo termina na segunda-feira para estudantes endividados se inscreverem no Desenrola Fies Jovem é detido sob suspeita de furtos em aldeia indígena de Normandia 20% dos candidatos nas eleições são pessoas idosas Prazo final para escolas selecionarem livros didáticos para 2027 termina em 8 de setembro Limite de crédito para taxistas e motoristas de aplicativo é elevado para R$ 200 mil Novas diretrizes de segurança sanitária para aeroportos e aeronaves são estabelecidas pela Anvisa TRE-RR impõe multa de R$ 5 mil a Denarium por promoção inadequada de campanha de Arthur Henrique Produtor de 69 anos deixa a cidade e assume o comando de 24 aviários no campo TCE-RR inicia auditoria das finanças da Prefeitura de Mucajaí e de três fundos municipais Pão Araribóia: Meio século de história se transforma em patrimônio cultural imaterial de Boa Vista Professores de colégio militarizado interrompem atividades e acusam Coronel de abuso de poder Operação investiga plataforma de apostas por possíveis fraudes fiscais Prazo termina na segunda-feira para estudantes endividados se inscreverem no Desenrola Fies Jovem é detido sob suspeita de furtos em aldeia indígena de Normandia 20% dos candidatos nas eleições são pessoas idosas
Aconteceu

Professores de colégio militarizado interrompem atividades e acusam Coronel de abuso de poder

Na manhã desta sexta-feira, 28, um grupo de 16 educadores do Colégio Militarizado Severino Cavalcante, localizado no bairro Pintolândia, na zona Oeste de Boa Vista, decidiu paralisar suas atividades. Os professores se dirigiram à Secretaria de Educação do Estado (Seed) para exigir uma posição do secretário em relação a várias denúncias de assédio moral e autoritarismo que estão ocorrendo na instituição.

A principal reclamação levantada refere-se à atuação de um Coronel da Polícia Militar de Roraima (PMRR) na escola, que teria solicitado a exoneração de uma gestora sem justificativa clara.

Uma das professoras envolvidas explicou que existem múltiplos fatores que motivaram a manifestação. “São muitos motivos, como a intervenção dos militares em assuntos pedagógicos da escola, além da perseguição e o pedido de demissão da gestora”, relatou.

Outro educador, que preferiu permanecer anônimo, comentou sobre o histórico negativo do Coronel em outras instituições. “Ele tem um passado problemático; em todas as escolas onde trabalhou, deixou um rastro de assédios contra os funcionários”, destacou.

Docentes pedem a remoção do Coronel após tentativas de diálogo

Segundo relatos obtidos pela reportagem, na semana anterior à paralisação, alguns professores tentaram estabelecer um diálogo com o secretário adjunto José de Souza para discutir suas preocupações.

“Convidamos o secretário adjunto José de Souza para ouvir os professores na Escola Militarizada Severino Cavalcante na semana passada. Ele compareceu à escola, mas ficou isolado na sala da gestão e não dialogou com os docentes ou funcionários”, afirmou um dos professores.

Um outro educador mencionou que as situações de assédio por parte do militar persistiram e expressou sua crença de que ele não possui as condições psicológicas necessárias para atuar no ambiente escolar. Em razão da falta de mudança no comportamento do Coronel e da ausência de uma resposta adequada por parte da Secretaria, o grupo optou por solicitar sua remoção.

“O coronel não apresenta condições psicológicas para trabalhar na rede educacional, seja no Colégio Militarizado Severino Cavalcante ou em outras instituições. O seu comportamento é sempre o mesmo. Pedimos que a Seed o retire da rede escolar e que ele busque ajuda profissional, pois é fundamental que professores e funcionários tenham um ambiente saudável para desempenhar suas atividades, seja em sala de aula, na coordenação pedagógica ou na cozinha da escola”, enfatizou.

Posicionamento da Seed

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Educação buscando um posicionamento oficial sobre a situação. Também foram feitas perguntas sobre possíveis tratativas já realizadas com os docentes e quais soluções foram alcançadas até o momento. Até o fechamento desta matéria, nenhuma resposta foi recebida pela equipe.

Fonte: Da Redação

O post Mais de 15 professores de colégio militarizado fazem paralisação e denunciam Coronel por abuso de autoridade apareceu primeiro em Roraima em Tempo.

Os comentários estão desativados.