No Brasil, a taxa de desemprego registrou uma queda significativa, alcançando 5,4% no trimestre que terminou em junho de 2026. Este índice representa o menor patamar já observado para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que começou em 2012. As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (30).
A pesquisa revelou que aproximadamente 5,9 milhões de brasileiros se encontravam sem emprego até junho. Em comparação ao trimestre anterior, houve uma diminuição de 10,9% na quantidade de pessoas sem trabalho, o que equivale a uma redução de 718 mil indivíduos.
Além disso, a população ocupada atingiu um total de 103,1 milhões de pessoas, igualando o recorde histórico previamente registrado no mesmo intervalo em 2025.
No setor privado, o número de trabalhadores com carteira assinada permaneceu inalterado em comparação ao trimestre anterior, totalizando 39,4 milhões. Quando analisado em relação ao mesmo período do ano passado, também não foram observadas mudanças significativas.
Em contrapartida, o número de empregados do setor privado sem carteira assinada aumentou em 2,2% em relação ao trimestre anterior, representando um acréscimo de 288 mil trabalhadores.
Renda média bate recorde
O rendimento real habitual dos trabalhadores também registrou um aumento. Em junho, a renda média alcançou R$ 3.738, refletindo um crescimento de 2,8%. Este valor é o maior já registrado para esse mês na série histórica da Pnad Contínua.
A massa total do rendimento real habitual dos trabalhadores subiu para R$ 380,3 bilhões no trimestre finalizado em junho.
Por último, ao comparar com o mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 3,6%, equivalente a R$ 13,2 bilhões a mais na massa de rendimentos.
Fonte: Portal R7
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